All Inclusive ou pensão completa? Entenda o que é melhor para você!

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Você está planejando a sua próxima viagem e tem dúvidas sobre o regime de alimentação incluso no pacote de hospedagem? Enquanto em muitos destinos as refeições devem ser pagas à parte, em outros, todas elas estão incluídas. Mas, afinal, como escolher entre All Inclusive e pensão completa?

Embora aparentemente os dois conceitos pareçam semelhantes, existem várias diferenças, como as bebidas (inclusive alcoólicas) que fazem parte do pacote. Por exemplo, na pensão completa você poderá fazer as refeições no hotel, mas o consumo de bebidas será pago à parte. Além disso, a ideia de tudo incluído compreende atividades de lazer e outros serviços oferecidos pelo local.

Para resolver qual o formato mais vantajoso para sua viagem, acompanhe nosso post!

Como funciona o regime All Inclusive?

Como o próprio nome diz, a ideia é de que tudo já está incluído no valor pago. Normalmente, o pacote inclui café da manhã, almoço, jantar, snacks e lanches, oferecidos à vontade durante toda a estadia. As bebidas (com ou sem álcool) também são servidas sem custo adicional.

Além da alimentação, os regimes All Inclusive também costumam oferecer atividades de entretenimento, como shows, brincadeiras monitoradas para crianças e adolescentes, aulas de ginástica, esportes, entre outras programações de lazer.

Esse tipo de pacote é ideal para ser utilizado em resorts que oferecem várias atividades, fazendo com que os hóspedes permaneçam no local todo o tempo. Afinal, se você pretende fazer passeios fora do hotel e conhecer outros lugares, não fará uso do serviço.

Assim, se a intenção é fazer uma viagem tranquila em família ou em casal, sem surpresas na hora de fechar a conta, a opção pelo All Inclusive é a ideal.

Da mesma forma, quem gosta de se refrescar na piscina, tomando uma cerveja gelada acompanhada de petiscos, deve escolher o regime com tudo incluído. Afinal, em lugares turísticos, o consumo de tais itens pode encarecer bastante o orçamento.

Como a pensão completa funciona?

A principal diferença entre a pensão completa e o All Inclusive, como mencionamos, é o pagamento de bebidas à parte. No entanto, além disso, os snacks, lanches e petiscos são cobrados. Normalmente, na pensão completa estão inclusos apenas o café da manhã, o almoço e o jantar. 

Essa pode ser uma opção interessante para viagens curtas, nas quais a intenção não é permanecer o tempo inteiro no hotel, mas sim explorar pontos turísticos no destino. Com a pensão completa, as despesas relacionadas à alimentação estarão sob controle e os demais gastos (com snacks ou bebidas) são feitos durante os passeios.

Aliás, em alguns destinos a meia pensão pode ser até mais interessante. É o caso, por exemplo, de lugares nos quais os atrativos acabam fazendo com que os hóspedes passem o dia inteiro fora do hotel, almoçando em restaurantes locais.

Assim, com a meia pensão, o turista já viaja com o café da manhã e o jantar garantidos, e faz uma das refeições do dia no local em que estiver visitando.

Vale lembrar que tanto no regime de pensão completa quanto no de meia pensão, mesmo que bebidas não alcoólicas estejam incluídas no pacote, o consumo fora dos horários de refeições é considerado extra.

Como escolher entre All Inclusive e pensão completa?

Agora que você já entendeu as diferenças entre os regimes de alimentação, confira as nossas dicas para acertar na escolha de seu pacote!

Estilo de viagem

Se você planeja explorar melhor o seu destino, conhecendo praias, museus, centro urbano, artesanato local ou cidades vizinhas, o ideal é optar por pensão completa ou mesmo meia pensão. Afinal, o pacote All Inclusive não será aproveitado.

Pelo contrário, se a intenção é realmente relaxar sem sair do hotel, em um destino All Inclusive será possível desfrutar de todas as refeições, bebidas, snacks e atividades oferecidas pelo resort.

Destino

Geralmente, o serviço All Inclusive é oferecido em resorts super completos, com várias atividades de lazer, como piscinas, quadras e academia, entre outros, além de paisagens deslumbrantes. Esses locais costumam ficar mais distantes dos centros urbanos, mas garantem aos hóspedes uma experiência gastronômica e de entretenimento completa.

Já os outros tipos de regime — pensão completa ou meia pensão — também podem ser oferecidos de forma alternativa por esses resorts. No entanto, também são comuns em hotéis menos sofisticados ou localizados em regiões mais centrais do destino visitado.

Preferência alimentar

O seu objetivo é conhecer a gastronomia local e visitar restaurantes típicos, frequentados por quem mora na região? Então, talvez o All Inclusive não seja uma boa ideia — embora nesses estabelecimentos sempre exista a oferta de alimentos típicos.

No entanto, se você quer ter experiências gastronômicas diversificadas, vale conferir a oferta do hotel All Inclusive do destino desejado. Muito frequentemente esse tipo de serviço inclui noites típicas, como comida portuguesa, italiana, local, entre outras. Também é comum que todo o cardápio seja elaborado por um chef de cozinha e por nutricionistas, com rigoroso controle de segurança alimentar.

Orçamento

Se você quer sair de casa já sabendo quanto vai gastar, sem surpresas, o All Inclusive é uma boa opção. No entanto, antes de fechar o pacote com tudo incluído, considere os detalhes que já citamos: se vai ou não permanecer no hotel, se quer conhecer locais pitorescos fora do resort e se todos os itens oferecidos realmente serão consumidos.

É importante também verificar a qualidade dos restaurantes do hotel. Além de conferir essa informação durante a reserva, vale a pena pesquisar resenhas de outros hóspedes nas redes sociais do estabelecimento, site ou fóruns de turistas.

Caso o seu orçamento esteja apertado e o objetivo seja fazer uma viagem mais econômica, confira os preços de restaurantes na região e verifique se vale realmente a pena pagar as refeições à parte, fora do hotel.

Qual a melhor opção?

Como você notou, não existe uma opção melhor. A decisão pelo tipo de regime adequado depende de vários fatores, desde as características e os atrativos do destino, até as preferências de sua família ou acompanhantes de viagem.

Para quem viaja com crianças, idosos ou adolescentes, o regime com tudo incluído costuma ser a melhor opção, com atividades para todas as idades, alimentação durante todo o período de estadia e várias mordomias.

Além disso, a escolha entre All Inclusive ou pensão completa depende de seu objetivo na viagem. Porém, para não ter surpresas, verifique antes de contratar tudo o que está incluído no pacote, pois em alguns resorts as refeições à la carte são pagas à parte, assim como tratamentos em spas.

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